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Aristóteles - UFMG 2010

Boa tarde, nobres companheiros!

Segue abaixo o link para baixar o livro referente à Filosofia Antiga, no vestibular da UFMG 2010! Para aqueles que prestarão o concurso, segue a referência completa da obra:


ARISTÓTELES. Ética a Nicômaco. Livros VIII e IX. (Texto disponível na coleção Os pensadores)

http://www.4shared.com/file/67601292/9f3f0f/Aristteles_-_Metafsica_tica_a_Nicmaco_Potica.html?s=1

Um grande abraço!

Temas de Filosofia


Atendendo a pedidos, forneço a todos o belo livro "Temas de Filosofia" da autora Maria Arruda e Maria Martins - encontrado enquanto garimpava alguns sites pela web.

Segue o link para download:


Um grande abraço a todos!

Galileu!

Há exatos 400 anos, em 25 de agosto de 1609, Galileu Galilei apresentava ao mundo o telescópio, sua mais nova invenção.
Apesar de a data passar despercebida para muitos, trata-se de um dos mais importantes avanços tecnológicos da história. Não à toa, desde ontem, o Google mudou seu logotipo para homenagear a descoberta do astrônomo italiano – primeira pessoa a observar a Lua através de um telescópio.

Leia mais em: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/telescopio-de-galileu-faz-400-anos-25082009-35.shl

Logofonia!


Olá, meus caros amigos!

Venho hoje para anunciar à todos um programa de rádio muito interessante, desenvolvido pelo grupo PET Filosofia (UFMG) - chamado Logofonia. Os professores da citada universidade eram chamados para bater um papo acerca de filósofos clássicos e temas diversos.

Os programas foram gravados e disponibilizados para download no site:


Façam bom proveito..! Boa reflexão!

Echoes


Ainda ecoa de algum canto...


“No es Saludable estar bien adaptado a una sociedad profundamente enferma”

A desobediência construtiva


"Por meio da nossa dor, nós os faremos perceber sua injustiça. Podem me torturar e até me matar. Terão meu corpo, não minha obediência”. - Gandhi

Prestemos atenção na palavra obediência. O que você entende por tal palavra? E a desobediência? Você saberia nos dizer o que significa? Ela apresenta uma conotação positiva ou negativa?

Leia atentamente o texto abaixo e descubra um pouco mais!

Um ato construtivo

Note que a desobediência comum - ultrapassar o sinal vermelho, por exemplo - é uma ação de caráter anárquico e que outras desobediências ou transgressões podem ter caráter criminoso, pois não têm uma finalidade social. Ao contrário, a desobediência civil é um ato inovador, de caráter eminentemente construtivo e não destruidor.

Justamente por isso chama-se de "civil": porque quem comete essa desobediência acredita estar cumprindo o seu dever de cidadão, numa situação ou circunstância em que a lei merece mais ser desobedecida do que obedecida.

Quem comete uma transgressão comum procura fazê-lo escondido. Ao contrário, a desobediência civil precisa ganhar o máximo de publicidade para convencer os outros cidadãos, conquistar maioria ou unanimidade e, assim, atingir suas metas.

O direito de ser governado por leis justas

O argumento filosófico que fundamenta a desobediência civil é o seguinte: o cidadão só tem o dever moral de obedecer as leis, se os legisladores produzirem leis justas.

Afinal, entre o cidadão e o legislador existe uma relação de reciprocidade: se o legislador tem de ser obedecido, o cidadão, por sua vez, tem o direito de ser governado com ética e sabedoria.

A concepção mais moderna de desobediência civil foi formulada no ensaio "Civil Disobedience", do escritor norte-americano Henry David Thoreau, publicado em 1849. Ele o escreveu ao se recusar a pagar taxas ao governo de seu país, que as empregava numa guerra movida injustamente contra o México.

Diante das conseqüências de seu próprio ato, que poderia levá-lo à prisão, Thoreau declarou: "Quando um governo prende injustamente qualquer pessoa, o lugar de um homem justo é a prisão".

Isso significa que a desobediência civil - questionando um ponto específico do ordenamento jurídico de um país - pressupõe que o desobediente aceite a conseqüente punição de seu ato, pois reconhece que o Estado tem o direito e a obrigação de punir quem descumpre a lei.

Atualmente, chama-se a isso de desobediência civil passiva e se reconhece a existência de uma desobediência civil ativa, em que os desobedientes se vêem no direito de subtrair-se às penalidades legais.

Ação exemplar

Resumidamente, a desobediência civil visa substituir o discurso de protesto pela ação exemplar. Por isso mesmo, é importante dar exemplos de atos de desobediência civil.

Entre eles, podem-se citar as diversas campanhas do líder indiano Mohandas Gandhi, contra a segregação racial na África do Sul ou na campanha pela independência de seu país.

Gandhi incorporou à noção de desobediência civil o caráter de não-violência. A desobediência civil é feita de atos pacíficos e seus praticantes não reagem à repressão quando a ela são submetidos.

Outro exemplo histórico digno de nota é o da luta pacífica empreendida pelos negros norte-americanos, agrupados em torno do pastor luterano Martin Luther King, para conquistar seus direitos políticos e sociais, nos Estados Unidos dos anos 1950/1960.

Lá, nessa época, os negros eram considerados cidadãos de segunda categoria e estavam sujeitos não só à discriminação como a toda sorte de perseguições e humilhações.

Atitude, aprendiz de filósofo!

Meus nobres leitores, desculpe pelo longo tempo sem posts. Em decorrência das férias, sobretudo, passei um tempo longe das telas de computador - um descanso, oras! Estrategicamente, resolvi voltar no dia 16 (como vocês perceberam), pelo fato do Dia do filósofo.

Publico hoje um trecho de um interessante texto, contido no livro "Convite a Filosofia", da professora Marilena. Ótima sugestão para aqueles que estão iniciando (ou progredindo!) na arte do filosofar.

Grande abraço!

A atitude filosófica - Marilena Chauí Imaginemos, agora, alguém que tomasse uma decisão muito estranha e começasse a fazer perguntas inesperadas. Em vez de “que horas são?” ou “que dia é hoje?”, perguntasse: O que é o tempo? Em vez de dizer “está sonhando” ou “ficou maluca”, quisesse saber: O que é o sonho? A loucura? A razão? Se essa pessoa fosse substituindo sucessivamente suas perguntas, suas afirmações por outras: “Onde há fumaça, há fogo”, ou “não saia na chuva para não ficar resfriado”, por: O que é causa? O que é efeito?; “seja objetivo ”, ou “eles são muito subjetivos”, por: O que é a objetividade? O que é a subjetividade?; “Esta casa é mais bonita do que a outra”, por: O que é “mais”? O que é “menos”? O que é o belo? Em vez de gritar “mentiroso!”, questionasse: O que é a verdade? O que é o falso? O que é o erro? O que é a mentira? Quando existe verdade e por quê? Quando existe ilusão e por quê? Se, em vez de falar na subjetividade dos namorados, inquirisse: O que é o amor? O que é o desejo? O que são os sentimentos? Se, em lugar de discorrer tranqüilamente sobre “maior” e “menor” ou “claro” e “escuro”, resolvesse investigar: O que é a quantidade? O que é a qualidade? E se, em vez de afirmar que gosta de alguém porque possui as mesmas idéias, os mesmos gostos, as mesmas preferências e os mesmos valores, preferisse analisar: O que é um valor? O que é um valor moral? O que é um valor artístico? O que é a moral? O que é a vontade? O que é a liberdade? Alguém que tomasse essa decisão, estaria tomando distância da vida cotidiana e de si mesmo, teria passado a indagar o que são as crenças e os sentimentos que alimentam, silenciosamente, nossa existência. Ao tomar essa distância, estaria interrogando a si mesmo, desejando conhecer por que cremos no que cremos, por que sentimos o que sentimos e o que são nossas crenças e nossos sentimentos. Esse alguém estaria começando a adotar o que chamamos de atitude filosófica.

Dia 16/08 - Dia do Filósofo






Hoje é dia Internacional do Filósofo!
Parabéns a todos aqueles que se dedicam à arte da reflexão... e, sobretudo, para aqueles que tanto contribuíram para a formação da consciência crítica - os clássicos!